Aphyosemion abacinum

| Descrição original | Huber, J. H. 1976. Un nouveau Killi du Gabon nord-oriental, Aphyosemion abacinumnov. spec. (Athériniforme, Cyprinodontidé, Rivuliné). Revue Françaised’Aquariologie 3 (3): 79-82, fig. 1-4 |
|---|---|
| Subgénero | Diapteron Huber & Seegers, 1977 |
| Etimologia | abacinum = mosaico, em referência ao padrão cromático dos machos |
| Localidade tipo | 30km a Norte de Mékambo, Região de Ivindo, Gabão |
| Populações e códigos | GBG 92/10 |
| Comprimento do macho | 3,5 cm |
| Comprimento da fêmea | 3 cm |
| Habitat e distribuição |
Zonas pantanosas de riachos com corrente fraca na floresta tropical do Nordeste do Gabão.
Presente nas bacias hidrográficas dos rios Djoua e Djadie. |
| Manutenção | Uma das espécies mais difíceis do género. Deve ser mantido em água pouco mineralizada e ácida. Pode ser mantido em casais ou trios tendo sempre em atenção que os machos são agressivos. |
| Reprodução | Deposita os seus ovos em mops flutuantes ou no fundo os quais podem ser recolhidos e armazenados em água ou sobre turfa húmida. Recomenda-se a remoção dos ovos várias vezes por semana. A eclosão dá-se ao fim de cerca de 20 dias. Os recém-nascidos podem ser logo alimentados com náuplios de artémia. Recomenda-se trocas frequentes de cerca de 90% da água. Os sexos começam a diferenciar-se ao fim de seis meses mas a maturidade sexual só é alcançada cerca dos nove meses. É uma espécie muito pouco produtiva. |
| Temperatura (ºC) | 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. 35 |
| pH | 5.4 – 5.6 – 5.8 – 6.0 – 6.2 – 6.4 – 6.6 – 6.8 – 7.0 – 7.2 – 7.4 – 7.6 – 7.8 – 8.0 – 8.2 – 8.4 |
| Iluminação | muita intensidade – média intensidade – pouca intensidade – luz difusa |
| Aquário (capacidade mínima) | 10L; 20L; 30L; 50L; 100L |
| Observações | Os recém-nascidos podem ser alimentados com náuplios de artémia desde o nascimento. Recomenda-se trocas frequentes de cerca de água entre 30% a 70%. Espécie de crescimento lento. |


