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  • #228911

    nelsonfpm
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    Boas,

    Que tipo de rivulus procuras?

    Eu procuro 1 ou 2 das 3 espécies que referi por serem as que mais me cativam e por me fazerem ter mais cuidado com elas, mas fico de pé atrás por não saber se conseguirei tirar descendência.

    Já agora que tempo pensas dispender com eles? dentro desta espécie existem Rivulus que necessitam de muita atenção e outros em que podes ir e voltar de ferias que se vão aguentando. (apesar de nao ser recomendado).

    Isso é um bocado relativo, normalmente “vejo” os meus peixes 2 vezes por dia mas pode haver dias em que sejam 3 ou só 1 vez. Agora em tempo não te sei dizer, depende do que seja preciso fazer.

    Cumprimentos,
    Nelson Meneses

    #228912
    Ricardo Nuno Silva Cardoso Santos
    Ricardo Santos
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    Viva,

    Depois de ler este thread fiquei com uma grande interrogação:

    Dizia o Ricardo…

    nos mahdiensis chegam-se a incubar dezenas de ovos em que só saiem machos!

    Mas tem que existir uma razão para isto,certo? É verdade que os machos são mais visiveis aos predadores. Isso talvez justifique racios de 1:2 ou mesmo de 1:3, nunca de um para dezenas.

    Primeiro, perdoem a ignorancia mas os Rivulus têm ou não têm os cromossomas sexuais?

    Eu diria que provavelmente não, logo o sexo é determinado por fatores ambientais.

    Que eu conheça, esses factores são basicamente três: Temperatura, Ph, mineralização.

    Portanto quando obtemos racios de DEZENAS para 0… Não será possivel equilibrarmos as coisas alterando temperatura e pH?

    Já alguem o tentou com sucesso?

    Miguel,

    Já lá vai muito tempo desde que falei disto com o Suijker e lembro-me que na altura corria que ele andava a fazer algumas experiências com pH, temperaturas e durezas. Não sei no que isso deu. Certo é que ele é um dos criadores que mais sucesso obtém com espécies de Rivulus dificieis. Será portanto de crer que de facto deve ter algum “segredo” para obter sex ratios mais equilibrados.

    Essas são experiências que qualquer um pode tentar, mas dada a reduzida quantidade de ovos que nascem (comparados com outros killies) e a lentidão no crescimento, demorará sempre algum tempo até se obterem resultados consistentes.

    No entanto seria interessante alguém experimentar diferentes condições e documentar os resultados… daria um excelente artigo para o BAPK.

    Abraços,

    Ricardo Nuno Santos

    #228913
    Ricardo Nuno Silva Cardoso Santos
    Ricardo Santos
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    Boas,

    Que tipo de rivulus procuras?

    Eu procuro 1 ou 2 das 3 espécies que referi por serem as que mais me cativam e por me fazerem ter mais cuidado com elas, mas fico de pé atrás por não saber se conseguirei tirar descendência.

    Já agora que tempo pensas dispender com eles? dentro desta espécie existem Rivulus que necessitam de muita atenção e outros em que podes ir e voltar de ferias que se vão aguentando. (apesar de nao ser recomendado).

    Isso é um bocado relativo, normalmente “vejo” os meus peixes 2 vezes por dia mas pode haver dias em que sejam 3 ou só 1 vez. Agora em tempo não te sei dizer, depende do que seja preciso fazer.

    Cumprimentos,
    Nelson Meneses

    Nelson

    Infelizmente a minha vida profissional não me permite dedicar muito tempo à killifilia… e eu e o José Garcia devemos ser os sócios da APK que mais perto vivemos de ti. Gostava de te poder ajudar nesta nova aventura nos Rivulus, mas não possuo nada para te oferecer, além do meu parco conhecimento sobre eles.
    Como o José Pires referiu, por vezes é muito complicado arranjar as espécies que procuramos. Até há pouco tempo era um género na killifilia um pouco mal amado… “sardinhas descoradas” era por vezes um nome que se ouvia. Chegou a haver uma conveção com apenas 4 (!!) lotes de Rivulus… enfim… ninguém lhes ligava muito. Hoje felizmente essa situação mudou e há muito boa gente a criar os bichos. Acredito que se não aparecem mais ofertas no fórum é porque por vezes os bichos não cooperam e nada de ovos… às vezes é frustrante!

    Tu tens uma enorme vantagem… em Montemor – o -Velho tens dezenas de ribeiros, valas e charcos onde de certeza há carradas de dáfnias e larvas de mosquito. Já exploraste a zona à procura de alimento vivo? São o principal vector para que consigas criar e reproduzir Rivulus com sucesso.

    Boa sorte! O que precisares vai dizendo!

    Abraços,

    Ricardo Nuno Santos

    #228914
    LUIS MIGUEL SANTOS
    Luis Santos
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    Ricardo,
    Poucos ovos ???????? ::)

    o problema 'e fungarem e nao a quantidade de ovos.

    Luis

    #228915
    Ricardo Nuno Silva Cardoso Santos
    Ricardo Santos
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    Ricardo,
    Poucos ovos ???????? ::)

    o problema 'e fungarem e nao a quantidade de ovos.

    Luis

    LOL… estou a falar de espécies mais complicadas em condições normais… mas no caso de alguns criadores quantidade não será o problema…  😉 ;D ;D Desenvolverem bem é sempre uma dor de cabeça… 🙂

    Abraços,

    Ricardo Nuno Santos

    #228916

    Bruno Pires
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    Boas,
    Lá vou eu meter a minha colherada novamente.
    Tenho cá alguns casais de Rivulus que metem bastantes ovos, poucos fungam mas … chegam a estar 3 meses sem eclodir.
    Antes que me digam para os passear…tenho cá alguns já bastante viajados e não eclodem  ::) apesar de estarem a ver-se bem os alevins.
    Esta é uma das pequenas coisas que acontecem aos Rivulus e que fazem com que se possa, ás vezes, disponibilizar poucos.

    Abraços,
    Bruno Pires

    #228917
    Ricardo Nuno Silva Cardoso Santos
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    Bom… ía dizer-te para dares umas voltinhas com eles no bolso dentro de uma caixa de rolo fotográfico mas já vi que isso não é solução para ti (para mim costuma funcionar bem!).

    Paciência… é só o que resta… muita paciência! 🙂

    Abraços,

    Ricardo Nuno Santos

    #228918

    nelsonfpm
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    Boas

    Tu tens uma enorme vantagem… em Montemor – o -Velho tens dezenas de ribeiros, valas e charcos onde de certeza há carradas de dáfnias e larvas de mosquito. Já exploraste a zona à procura de alimento vivo? São o principal vector para que consigas criar e reproduzir Rivulus com sucesso.

    De vez em quando lá vou eu dar uma volta pelos campos, mas não encontro muita coisa porque há sempre peixes que me parecem ser as percas sol juvenis, infelizmente são uma praga por aqui, e se não são os peixes são os químicos da agricultura.

    Quando os rivulus nascem, colocam-nos num recipiente com pouca altura de água e vão aumentando-a nos dias seguintes ou ficam logo com o a altura de água final?

    Cumprimentos,
    Nelson Meneses

    #228919

    Bruno Pires
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    Nelson, eu costumo meter os alevins numa caixa (de gelado) com meio litro de água e musgo consoante vão crescendo vou separando para outras caixas para ficarem cerca de 2 ou 3 por caixa, quando atingem 1cm +/- passo-os para aquários ou caixas vodafone, quando chegam a tamanho proximo de adulto passam então para os aquários defenitivos ou para as mãos de alguém interessado neles.

    Ricardo Santos, paciência eu tenho….os peixes é que não andam colaborantes, até parece que estão com medo de nascer… deve ser por causa da crise ;D ;D
    Por engraçado que pareça isto acontece-me em Rivulus considerados fáceis….nos difíceis é os extremos, ou nascem quase todos, ou fungam quase todos. Mas pela minha singela experiência  posso dizer que os Rivulus são espetaculares por tudo isto que nos fazem.
    Se não fosse estas coisas estranhas acho que se tornariam algo banais pois a produção de ovos elevada assim o faria.

    Abraços,
    Bruno Pires

    #228920

    nelsonfpm
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    Porquê só ficarem 2 ou 3 por caixa? é pelo volume de água ou ajuda o crescimento deles?

    #228921

    Bruno Pires
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    Nelson,
    deixo dois por caixa para ajudar no crescimento, o ideal seria 1 por caixa mas isso iria significar caixas por todo o lado e tornar-se-ía algo confuso. Uma das coisas que tenho reparado é que quando os separo 2 a 2 logo em ovos a tendência é serem um casal…mas não posso garantir ainda que o resultado seja sempre esse.

    Abraços,
    Bruno Pires

    #228922

    Miguel Figueiredo
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    Bruno,

    Tenho cá alguns casais de Rivulus que metem bastantes ovos, poucos fungam mas … chegam a estar 3 meses sem eclodir.

    Três meses? Um Rivulus? Isso é mesmo surpreendente. E após três meses? Eclodem?

    Já experimentaste soprar com uma palhinha na água dos ovos, para aumentar o co2?

    A diferença de pressão também parece resultar. Lembro-me que uma vez o Henri de Bruyn me ter mandado uns ovos de Rivulus marmoratus (atualmente Kryptolebias), ele tinha-os acabado  de colher e era suposto só nascerem passados 15 dias, o certo é que nasceram assim que os coloquei na água. Em teoria, as diferenças de pressão sentidas no avião aceleram o desenvolvimento do embrião. Segundo o Henri, isso aconteceu-lhe por diversas vezes.

    Como sujeitar os ovos a baixas pressões? Bom…  talvez colocando-os em turfa dentro de uma seringa. Tapando a ponta pequena, puxando pela outra parte, pondo então um pauzinho a travar e deixando assim umas horas.  

    Para quem tem muitos ovos de rivulus penso que não será muito dificil fazer a experiencia… sobretudo se a alternativa for esperar meses pela eclosão.

    Miguel

    #228923

    Bruno Pires
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    Miguel,

    Três meses? Um Rivulus? Isso é mesmo surpreendente. E após três meses? Eclodem?

    Sim, três meses um Rivulus e é raro mas chegam a eclodir.

    Aumentar o CO2 já tentei e não deu resultado. A diferença de pressão atmosférica vou tentar pois desconhecia que tivesse influência (lá vou dedicar-me ao bricolage  :D)

    Abraços,
    Bruno Pires

    #228924

    Miguel Figueiredo
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    Diz coisas depois… Não faço ideia durante quanto tempo é necessária a baixa pressão mas o voo da Bélgica para Portugal serão talvez umas 4 horas, se não houver escalas 🙂

    Se começares na marca de 4 ml de uma seringa e puxares para 6 ml estarás a reduzir a pressão do ar nuns 50%… não faço ideia se é suficiente. Podes talvez experimentar 25%, 50%, e  100% (a partir de 4 ml, puxar para 5, 6 e 8 ml).

    Miguel

    #228925
    Joaquim Oliveira Marques
    Joaquim Marques
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    ola
    vamos ver se os peixes não nascem só com olhos, o desenvolvimento é tal que…
    A serio agora, é com experiencias que o hobby se torna interessante.
    um abraço

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