- This topic has 21 respostas, 11 utilizadores, and was last updated Há 13 years, 3 months by
Gonçalo Costa.
Home › Forum APK › Killifilia › Outros Assuntos – Killifilia › Micro-Fishing
-
AutorArtigos
-
09/01/2013 às 17:32 #235034
Paulo,
A questão é quando a diferença genética é tal que se torna superior à que separa um homem de um chipanzé (cerca de 1.7% dos genes). Com diferenças deste tipo toda a gente diz que estamos perante espécies diferentes, sejam splitters ou não splitters. Entre um Português e um Bulgaro essa diferença será de 0.00(…)1 %.
É que, mesmo sem aparentes diferenças anatómicas, as espécies podem ter diferentes bioquímicas, metabolismos, ferormonas, taxas de crescimento, comportamentos, estratégias reprodutivas. etc, etc, acabando por ser ainda mais importantes que, por exemplo, uma diferença de cor.
O problema é que, por vezes as pistas visuais e até anatómicas conduzem-nos, erradamente, a diferentes espécies, outras vezes, seres aparentemente iguais são de espécies diferentes.
Penso que deveria sempre haver um misto dos dois campos: o anatómico e o genético — a questão das espécies deveria obedecer então a uma fóirmula matemática bem definida: para que diferentes cientistas identificassem da mesma maneira o que é o não uma espécie.
Atualmente, “espécie” é frequentemente uma questão de opinião – o que não é propriamente cientifico.
Miguel
09/01/2013 às 18:17 #235035Se analisarmos geneticamente um português e um bulgaro
Um búlgaro?? E porquê um búlgaro?!? Creio, aliás, que a estratégia reprodutiva de um búlgaro não há-de ser muito diferente da de um português. Uma banhoca, Rexona no sovaco, risco ao meio e lá vai ele para o bailarico.
Abraços.
10/01/2013 às 17:10 #235036Boas
Respondendo ao Miguel Figueiredo, só me lembro de apanhar esgana-gatas num local. Era a 1km +/- do centro de Ílhavo.
Era (e é) uma zona tipicamente agrícola, onde passava um curso de água doce de pequena dimensão (vala) delimitada num dos lados por um terreno agrícola e do outro um canavial. Em certas zonas não teria um metro de largura (e no máximo uns 2) e com meio metro de profundidade no máximo.Nesse local havia ruivacos e esgana-gatas e claro enguias de todos os tamanhos. Tenho que passar por lá para ver se mudou muito. É claro que na zona havia/há muitos locais do género deste, e portanto deveria haver esgana-gatas em muitos desses locais. Já passaram uns 30 anos mas aposto que alguns locais nessa área ainda devem ter esgana-gatas.
Abraço
Cristiano
11/01/2013 às 12:54 #235037Vasco
Puz bulgaro como exemplo para que tu com as tuas tendências eslavofilas entendesses logo o que eu queria dizer, como vês só penso no teu bem estar…
Sobre a tua estrategia reprodutiva-banho, desodorizante e “risco ao meio”- é sugerido pelo que dizes que não fazes nada disso quando não estás “em vias de”, o que no calor de Moçambique será preocupante para os que te rodeiam, não tanto a falta da risca ao meio mas o resto…
Foi pena não teres aparecido na Assembleia. A ver se quando estiveres cá outra vez se organiza um churrasco.Abraço
Paulo José11/01/2013 às 13:04 #235038Cristiano,
Achas que consegues indicar essa zona aqui?
Se foi à 30 anos, muito provavelmente já não existirão esgana-gatas, muitas populações já desapareceram 🙁
Obrigado,
Miguel
Era a 1km +/- do centro de Ílhavo.
Era (e é) uma zona tipicamente agrícola, onde passava um curso de água doce de pequena dimensão (vala) delimitada num dos lados por um terreno agrícola e do outro um canavial. Em certas zonas não teria um metro de largura (e no máximo uns 2) e com meio metro de profundidade no máximo.11/01/2013 às 13:16 #235039Cristiano,
Só mais um pormenor: se conseguires encontrar o local então coloca-lhe o cursor do rato em cima, depois clica no botão direito e faz “Centrar o mapa aqui”. Finalmente, do lado esquerdo do ecrã, existe um icon que parece uma corrente. Clica nesse icon e faz Enviar. O meu email é fig.miguel@gmail.com
Agradeço-te a trabalheira, eu estou realmente muito interessado em encontrar novas populações de esgana-gata, é um dos peixes mais raros e interessantes do nosso país.
OBRIGADO,
Miguel
15/01/2013 às 18:56 #235040Há no rio Minho à entrada de Caminha 😉
-
AutorArtigos
Tem de iniciar sessão para responder a este tópico.

