- This topic has 28 respostas, 15 utilizadores, and was last updated Há 15 years by
Vitor Vieira.
Home › Forum APK › Área Reservada a Sócios APK › Vida Associativa › E se baixassemos a quota dos sócios… sem quebra significativa de receitas?
-
AutorArtigos
-
16/09/2011 às 11:24 #228713
MIguel e Rui
O criterio de cada criador não trazer mais de dois lotes de cada especie por categoria (Miguel, exemplo: 2 casais de A. mento e 2 grupos de cria de A.mento) tem apenas o evitar a desvalorização monetaria e intrinseca da cada lote. Mas é claro que não vão haver lotes recusados só porque se trazem 5 lotes repetidos por especie e categoria, todos os lotes são bem vindos. Tanto mais que me está a parecer que este ano os principais contribuintes em numero se estão a retrair na estimativa do que vão trazer. A proposito, logo que tenham uma ideia ponham no topico respectivo a vossa estimativa do que vão trazer, é importante.
Abraço
Paulo José22/09/2011 às 08:43 #228714Viva
Tenho lido com atenção esta troca de ideias (construtiva) que começou quando eu me encontrava na América do Sul, com pouca ou nenhuma Internet.
Acho que a quota de 25 € é perfeitamente aceitável tendo em conta as despesas e receitas que temos e o poder de compra dos portugueses. Comparando com associações congéneres praticamos o preço mais baixo. O número de sócios pagantes tem estado aquém do desejável, mas não será pelo facto de descermos a quota 5 ou 10 € que teremos mais. Quem gosta de killies e gosta de associativismo, o único caminho possível é a APK. As maiores receitas da APK vêm da quotização. Mas como é do conhecimento de muitos, principalmente dos que participam nas nossas Assembleias Gerais, não chega sequer para pagar a impressão de todos os Boletins de um ano nem de todas as despesas de envio. Pelos cálculos que temos feito, deveríamos ter 110 sócios pagantes (aproximadamente) para pagar tudo o que envolve o BAPK. Resta recorrer à Convenção, e principalmente ao leilão. Mas aí, meu caro Miguel, o teu raciocínio falha, na minha modesta opinião e com todo o respeito que tenho por ti. Porque o valor que angariamos no leilão não tem sido proporcional ao nº de lotes apresentados. Quando há muito lotes (oferta), a procura arrefece e cada lote fica por um preço mais baixo, em média. E que haja vários lotes por licitar. O que faz com que o valor arrecadado nos últimos leilões não tenha sido muito diferente, de ano para ano. Depende mais da assistência do que do nº de lotes.
Pelos argumentos que escrevi, eu sou a favor de manter a quota como está. Mas sou 1/5 da Direcção, claro está…
abraços
alberto22/09/2011 às 10:02 #228715Boas amigos!
Apenas um reparo: em termos matemáticos, o facto de existir um maior número de lotes de uma determinada espécie trazida por um mesmo criador não implica impreterivelmente que o valor arrecadado pela associação no geral seja inferior. No meu entender é preciso ter cuidado neste tipo de analogias, especialmente quando estes silogismos passam a assumir um valor de regra.
1 exemplo bastante básico (básico mas mesmo básico mesmo):
1 criador resolve trazer 3 casais de aphyosemion joergenscheeli à exposição.
Temos 5 interessados cuja propensão máxima a pagar por lote cifra-se nos seguintes valores:
A- 100€
B- 90€
C- 70€
D- 50€
E- 35€Neste caso, a APK arrecadaria: 95€ + 75€ + 55€ num total de 225€.
Caso o criador pudesse trazer 5 lotes ao invés dos 3, os valores cifrar-se-iam em: 95€ + 75€ + 55€ + 40€ + 3€ num total de 268€. Na minha opinião, não só a APK arrecadaria mais dinheiro mas também haveria uma maior promoção e divulgação do hobby.
A variável que pesará mais no total do bolo arrecadado pela CAPK é sim o orçamento que cada um trará de casa já disposto a deixar no leilão. Para mim, a razão principal por não haver uma grande discrepância entre os valores arrecadados pela CAPK prende-se no facto de ano após ano, serem na maior parte dos casos as mesmas pessoas que frequentam a Convenção (infelizmente não existem casos de enriquecimento súbito na APK).
Eu falo por mim, de 2003 a 2009 tinha sempre um orçamento de 35€ para o leilão, e esse valor foi sempre esgotado na totalidade, quer existisse lá a espécie que procurava ou não.
Obviamente que poderei estar errado e sou humilde o suficiente para me retractar caso a situação o assista, mas não poderia deixar de expressar aqui a minha opinião de capitalista selvagem amante do mercado livre que determina o preço…
Abraço!
22/09/2011 às 10:15 #228716Mas sou 1/5 da Direcção, claro está…
Antes que mais alguém se lembre de te dar no toutiço, relembro-te eu de que a questão das quotas é da competência da Assembleia Geral, não da Direcção. A Direcção costuma fazer a sua proposta na AG mas isso também pode ser feito por qualquer sócio com as quotas em dia e a decisão final é sempre da AG. O que se pode dizer é que garantidamente esta Direcção não proporá na próxima AG redução de quotas nenhuma (tu 1/5, eu 1/5, o Paulo 1/5 conforme expresso neste tópico; nem é preciso que os outros dois se pronunciem mas desconfio que a coisa, de tão evidente, ia para os 5/5).
Abraços.
22/09/2011 às 11:48 #228717Vasco,
Estive a ler atentamente os estatutos da APK e o regulamento interno e não vejo em nenhum lugar que um sócio pode propor em Assembleia Geral a alteração do valor da quotização.
Pelo contrário, nos estatutos li, na Secção II, respeitante à Direcção e no Artigo 13º (Direcção) que “A Direcção é o órgão de gestão da Associação Portuguesa de Killifilia nas diferentes áreas de actividade, incluindo a administrativa e financeira”.
Ora, parece-me correcto que, sendo a Direcção a responsável pela gestão administrativa e financeira da APK, será ela a decidir sobre as opções estratégicas que condicionem a sua gestão. E o valor da quota é uma opção estratégica, sem sombra de dúvida.
Que esta medida seja aprovada em Assembleia Geral, isso sim, já será diferente. É ter a validação pelo órgão máximo da APK, um voto de confiança pela Assembleia de Sócios na gestão dos próximos dois anos.
Abraços,
Luis Oliveira
22/09/2011 às 12:59 #228718Artigo 24º do Regulamento Interno – (Periodicidade e pagamento de quotas)
Os associados efectivos obrigam-se ao pagamento de uma quota anual, a fixar por deliberação da Assembleia Geral.
Claro que em lado nenhum está explícito que um sócio possa propor em AG a alteração do valor da quotização, os regulamentos não podem ser assim tão pormenorizados (também não está escrito que é a Direcção que o propõe). Mas a alínea b) do ponto 1 do artigo 25º do mesmo regulamento diz que os sócios têm o direito de “Participar activamente nas reuniões de sócios e na Assembleia Geral “ (isso é também um dever segundo o ponto 3 do artigo 26º). Eu interpreto isso como dando direito ao sócio de propor o que muito bem entender.
Para além disso:
Artigo 6º do Regulamento Interno – (Assembleia Geral)
A Assembleia Geral é o orgão representativo de todos os associados da APK e responsável pela definição das linhas orientadoras da actividade da associação, …
Se estivermos de acordo que “linhas orientadoras” e “opções estratégicas” são, no mínimo, coisas semelhantes, então a tua afirmação de que “sendo a Direcção a responsável pela gestão administrativa e financeira da APK, será ela a decidir sobre as opções estratégicas que condicionem a sua gestão” não é, de facto, correcta.
Abraços.
22/09/2011 às 13:18 #228719Viva,
Não vou apresentar para a proposta na proxima AG: penso que o que estou a dizer agora, de forma isolada, tornar-se-á muito mais óbvio e gerará mais consensos nos próximos anos.
É evidente que qualquer sócio poderá apresentar propostas na AG, que poderão ser ou não aprovadas. Precisamente por isso é que chama uma Assembleia Geral de Sócios. Mal estariamos se apenas uma direção, frequentemente cessante, pudesse fazer propostas na AG, sobretudo em assuntos que são da exclusiva responsabilidade da própria AG.
Recapitulo que, sucintamente, a proposta foi: manter a quota em 25 Euros mas premiar quem participa com lotes na convenção, permitindo um desconto na quota anual, a repercutir-se nas quotas ano seguinte.
Parece-me errada a ideia não vale a pena incentivarmos o envio de lotes, porque se tivermos mais lotes isso não significará mais recursos financeiros e uma melhor convenção.
Segundo essa ideia, não valerá mesmo a pena enviarmos lotes, afinal os peixes dão trabalho a criar e depois obrigam a trabalho de registo, a espaço nos aquários e nas estantes, à embalagem dos lotes e, finalmente, ao leilão.
Tudo isso é inútil e deveriamos pedir aos sócios para NÂO TRAZER LOTES.
Claro que este não é um conceito correto: O número de lotes é realmente importante, quer monetariamente quer para o próprio sucesso da convenção.
Evidentemente, ninguém discute que depende das próprias espécies, quanto mais diversificadas e capazes de satisfazer gostos variados, melhor.
Também depende dos anos, da crise, dos elementos presentes, estranjeiros e nacionais, etc, etc mas se houver poucos lotes talvez um ou dois atinjam preços exorbitantes, porém, no computo geral, teremos uma convenção mais pobre.
Miguel
22/09/2011 às 18:41 #228720Olá a todos
Aproveitando este tópico e dado que vamos fazer a convenção numa universidade, onde de certeza haverá a visita de muitos jovens estudantes com posses monetárias muito escassas, seria interessante pensar-se numa solução especifica para esta classe, de forma a aderirem à Killiofilia, não sei se estou errado, mas penso que uma das finalidades das convenções é a divulgação deste hobby, logo, estamos no sítio certo, para isso deixo aqui uma ideia, que tal preços de cotas especiais para estudantes, ou, preço especial de convenção, mediante a apresentação de cartão de estudante, não sei, fica a ideia.
Um abraço a todos
Ramiro22/09/2011 às 18:46 #228721Ramiro….
25€ não custa a ninguém
Eu sou estudante e sei bem do que falo…. é uma questão de se beber 1 café a menos por semana que o dinheiro já chega e sobra…. Já para não falar de tabaco e bebidas alcoólicas…..
só não é sócio quem não quer ser…. não me venham dizer que não são sócios por causa do valor das quotas….
Abraço
Ricardo
22/09/2011 às 18:53 #228722OK, OK Ricardo
Foi só uma ideia para cativar mais sócios mais nada…respeito a tua opinião.
Ramiro22/09/2011 às 19:49 #228723Boas!!
Ramiro!!
Concordo com a tua ideia, pois a vida está difícil, agora acho que a resposta foi algo agressiva, comparada com algumas aqui já colocadas neste fórum….Digo isto porquê Ricardo!
Porque não estou a ver-te responder a um amigo teu que tens que deixar de…….x e largar……..x… para pagar as cotas da APK.Eu, sinceramente não o fazia, e tentava desmaterializar a situação ao dizer que o preço é adequado mediante às despesas que a nossa associação tem ao longo do ano, (como sócios que não pagam as cotas) , eventos nacionais, boletins, etc……………
Sinceramente gosto de transparência………………….
Desculpa meu desabafo, mas é assim que tento explicar a pessoas amigas….
Aquele abraço,
22/09/2011 às 20:18 #228724Olá Paulo
Quem não tem dinheiro não tem vícios….
eu para pagar as quotas faço alguns sacrifícios….. Por isso sei o que custa paga-las…. mas prefiro paga-las a sair à noite por exemplo!
Cada um faz as suas escolhas….. a minha é ter killis e pertencer a uma associação….
Sinceramente até acho que a nossa quota é demasiado baixa para tudo o que recebemos da associação!!!
Abraço
22/09/2011 às 20:59 #228725Olá
Concordo inteiramente com o Ricardo
Abraços
22/09/2011 às 21:52 #228726Viva.
Antes de mais aviso que não estou a responder , a criticar ou a querer gerar mais polémica com esta intervenção. Todas as opiniões são de ter em conta por isso aqui vai a minha.
Nos dias de hoje 25€ não pode ser considerado caro. Porque?
Por tudo o que já foi dito e porque no que me diz respeito não vejo quase ninguém a adquirir coisas á cooperativa mesmo aos preços reduzidos a que são vendidas sinal que têm dinheiro para as comprar quase ao dobro do preço no mercado local.Falta de 25€ num ano para pagar cotas obtendo as vantagens que ser sócio é-me difícil acreditar. Acredito sim que se estejam a borrifar para isto tudo.
Não vejo os sócios de fora de Lisboa a queixarem-se do alto valor das cotas. E esses são os que mais pedidos fazem e ainda tem de pagar os portes do correio.A ideia do Ramiro parece-me de aproveitar mas apenas para novos sócios que se inscrevam durante a convenção e de duração apenas no primeiro ano. Parece-me que é no entanto difícil de realizar por estarmos a pouco tempo da mesma.
Lamentável é que a conduta dos sócios seja a de não pagar no inicio do ano mas cada um sabe de si. O que é preciso é que paguem. Se não o podem fazer se calhar ficaria bem uma pequena justificação a ser enviada ao tesoureiro…
Curioso estes tópicos aparecerem antes de uma convenção que tanto custou a ser realizada e tanta discussão levantou. Vamos deixar estas discussões para depois da mesma. Aí , já em pleno Outono/ Inverno, o calor das discussões será bem-vindo e se calhar mais frutuoso.
Por mim estou saturado de ver certas mensagens que roçam a agressão verbal apesar de considerar não ser essa a intenção de quem as escreve. Um pouco de moderação e educação não fica mal a ninguém.
Agora vamos mas é por mãos ao trabalho e centrar energias na convenção que rapidamente se aproxima e deixar-nos destas “merdas”.
Que raio de exemplo estamos a dar aos sócios mais recentes com estas discussões?
É este o ambiente que queremos ter na convenção?Só é sócio quem quer e se o quer deverá cumprir minimamente os deveres de sócio um dos quais é o pagamento das cotas.
Já chega ! -
AutorArtigos
Tem de iniciar sessão para responder a este tópico.


