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  • #218128
    Tiago Miguel Paulino Rocha
    Tiago Rocha
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    Ola pessoal
    alguem ja manteve esta espécie?
    Despertou-me a curiosidade pelo seguinte

    ando a planear montar um aquario biotopo Rios Africanos. Como tal a ideia passa por um casal de ciclideos rios africanos, e como companhia uns quantos killis da mesma especie
    No entanto tenho visto muito, estes Epiplatys dageti monroviae a acompanhar os ciclideos nestes aquarios:
    http://www.youtube.com/watch?v=HPef9iAknMg

    alguem me sabe explicar o porque do acompanhamento nesta espécie?

    tenho pensado em quando reproduzir os Australe Gold, mete-los lá.

    Os requesitos são:
    – Andarem mais la na parte de cima
    – Serem africanos claro
    -E gostarem de companhia da mesma especie, ou seja gostem de colónias

    Alguem me pode ajudar? Obrigado =)

    #237426
    Tiago Miguel Paulino Rocha
    Tiago Rocha
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    será pelo tamanho? é que nao vejo usarem outras especies, que ate costumam ser mais coloridas

    #237427

    Nuno Janardo
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    Dependendo da espécie de ciclideo africano assim dependerá grandemente as espécies que poderás ai manter. Podes ir desde os Epiplatys até aos Pachypanchax, passando pelos Poropanchax e Aplocheilichthys e inclusivé alguns Aphyosemion e Fundulopanchax. Por isso convém mencionares as espécies que tencionas manter pois há uma grande variedade de espécies que ai podes manter 🙂

    #237428
    Aníbal Cardoso Gomes Coelho
    Anibal Coelho
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    • ★★

    Bom dia, Tiago!

    Antes de mais, deixa-me dar-te os parabéns por esse teu projeto “Rios Africanos”, que parece muito interessante. É uma forma diferente, mas não menos interessante, de encarar a manutenção de Killies.

    Quanto às tuas questões:

    – em relação ao modo de reprodução das três espécies que mantens, eu diria que será semelhante, apenas com a diferença em relação aos A. mento que por estarem em água não aquecida,  provavelmente só depositarão ovos na próxima primavera.

    – relativamente ao uso no teu projeto dos Epiplatys dageti monroviae, em relação aos Australe Gold, eu diria que, sem dúvida, seriam mais apropriados, não só  porque os Epiplatys se mantêm, efetivamente, mais á superfície do aquário, mas também porque, se a intenção é recriar um “aquário biótopo Rios Africanos”, “natural”, penso que deves utilizar espécies  que se encontrem vulgarmente na natureza, o que não é o caso dos Australe Gold.
     
    Abraço
    Aníbal Coelho

    #237429
    Tiago Miguel Paulino Rocha
    Tiago Rocha
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    Ola pessoal

    Ja agora, ja submeti a minha inscriço para socio da APK, estou a espera dos dados para o pagamento =)

    Dependendo da espécie de ciclideo africano assim dependerá grandemente as espécies que poderás ai manter. Podes ir desde os Epiplatys até aos Pachypanchax, passando pelos Poropanchax e Aplocheilichthys e inclusivé alguns Aphyosemion e Fundulopanchax. Por isso convém mencionares as espécies que tencionas manter pois há uma grande variedade de espécies que ai podes manter 🙂

    A especie de ciclideos será nannochromis tranvestitus
    A ideia e uma espécie robusta, que ande mais cá em cima

    Bom dia, Tiago!

    Antes de mais, deixa-me dar-te os parabéns por esse teu projeto “Rios Africanos”, que parece muito interessante. É uma forma diferente, mas não menos interessante, de encarar a manutenção de Killies.

    Quanto às tuas questões:

    – em relação ao modo de reprodução das três espécies que mantens, eu diria que será semelhante, apenas com a diferença em relação aos A. mento que por estarem em água não aquecida,  provavelmente só depositarão ovos na próxima primavera.

    – relativamente ao uso no teu projeto dos Epiplatys dageti monroviae, em relação aos Australe Gold, eu diria que, sem dúvida, seriam mais apropriados, não só  porque os Epiplatys se mantêm, efetivamente, mais á superfície do aquário, mas também porque, se a intenção é recriar um “aquário biótopo Rios Africanos”, “natural”, penso que deves utilizar espécies  que se encontrem vulgarmente na natureza, o que não é o caso dos Australe Gold.
     
    Abraço
    Aníbal Coelho

    sim. Mas nao iria por os australe gold, visto que sao muito pequenos.
    Tem de ser killis robustos

    #237430
    Aníbal Cardoso Gomes Coelho
    Anibal Coelho
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    “ já submeti a minha inscrição para sócio da APK”

    Fico muito contente, 😀 sejas muito bem vindo à APK. 

    Deixa-me dizer-te, que se te dedicares aos Killies, como no passado, te dedicaste aos Ciclídeos, serás uma grande mais valia para a APK. 😉

    Abraço

    Aníbal Coelho

    #237431
    Tiago Miguel Paulino Rocha
    Tiago Rocha
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    “ já submeti a minha inscrição para sócio da APK”

    Fico muito contente, 😀 sejas muito bem vindo à APK. 

    Deixa-me dizer-te, que se te dedicares aos Killies, como no passado, te dedicaste aos Ciclídeos, serás uma grande mais valia para a APK. 😉

    Abraço

    Aníbal Coelho

    ola amigo
    vou fazer o meu melhor para puder ajudar ao maximo

    Os campomaanese nao se adaptam de jeito nenhum. Acho que nem estao a comer, de tao timidos que sao 🙁

    #237432
    Tiago Miguel Paulino Rocha
    Tiago Rocha
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    Já sou socio =)

    #237433
    Filipe Torre
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    Olá Tiago, bem-vindo!
    Experimenta dissolver alguns taninos na água do aquário onde estão os A. campomaanense , a água fica um pouco escura e os peixes costumam gostar. Podes usar água de turfa ou algum produto comercial para fazer águas negras.
    Cumprimentos!
    Filipe Torre

    #237434

    Nuno Janardo
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    Dependendo da espécie de ciclideo africano assim dependerá grandemente as espécies que poderás ai manter. Podes ir desde os Epiplatys até aos Pachypanchax, passando pelos Poropanchax e Aplocheilichthys e inclusivé alguns Aphyosemion e Fundulopanchax. Por isso convém mencionares as espécies que tencionas manter pois há uma grande variedade de espécies que ai podes manter 🙂

    A especie de ciclideos será nannochromis tranvestitus
    A ideia e uma espécie robusta, que ande mais cá em cima

    Atendendo à espécie de ciclideo, os Aphyosemion que possuis parecem ser boas propostas. Há que lembrar que os australe “Gold” ocorrem também na natureza (recebi uma vez ovos de pais A. australe BSWG 97/24 Cap Estérias e apareceram 3 crias ditas “Gold” no meio de 75 ovos, e os pais eram não-“Gold” por isso há que ter essa situação em conta). Por outro lado, como se trata duma espécie de ciclideo de lago (Lago Mai-Ndombe) e que se estende a uma parte do Rio Congo, se quisermos ser preciosistas podemos dar uma olhadela no fishbase.org e ver quais as espécies de Aphyosemion e Epiplatys que nele habitam (por sinal são bastantes mas infelizmente os australe e os campomaanense não figuram na lista, por outro lado tens muitas espécies de Epiplatys por onde pegar 🙂 )

    #237435
    Tiago Miguel Paulino Rocha
    Tiago Rocha
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    Dependendo da espécie de ciclideo africano assim dependerá grandemente as espécies que poderás ai manter. Podes ir desde os Epiplatys até aos Pachypanchax, passando pelos Poropanchax e Aplocheilichthys e inclusivé alguns Aphyosemion e Fundulopanchax. Por isso convém mencionares as espécies que tencionas manter pois há uma grande variedade de espécies que ai podes manter 🙂

    A especie de ciclideos será nannochromis tranvestitus
    A ideia e uma espécie robusta, que ande mais cá em cima

    Atendendo à espécie de ciclideo, os Aphyosemion que possuis parecem ser boas propostas. Há que lembrar que os australe “Gold” ocorrem também na natureza (recebi uma vez ovos de pais A. australe BSWG 97/24 Cap Estérias e apareceram 3 crias ditas “Gold” no meio de 75 ovos, e os pais eram não-“Gold” por isso há que ter essa situação em conta). Por outro lado, como se trata duma espécie de ciclideo de lago (Lago Mai-Ndombe) e que se estende a uma parte do Rio Congo, se quisermos ser preciosistas podemos dar uma olhadela no fishbase.org e ver quais as espécies de Aphyosemion e Epiplatys que nele habitam (por sinal são bastantes mas infelizmente os australe e os campomaanense não figuram na lista, por outro lado tens muitas espécies de Epiplatys por onde pegar 🙂 )

    Ola amigo
    exelente ideia.
    Fui ao fishbase e aquilo parece um pouco confuso e acabei por nao conseguir fazer a pesquisa que pretendia

    #237436

    Nuno Janardo
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    Ola amigo
    exelente ideia.
    Fui ao fishbase e aquilo parece um pouco confuso e acabei por nao conseguir fazer a pesquisa que pretendia

    Faz o seguinte, no site do fishbase.org pesquisa na opção “Information by Country/Island” escolhes as espécies de água doce do Congo (está lá como “Congo, Dem. Rep. of the” o outro Congo que não interessa para o caso está como “Congo, Rep. of”), depois de te aparecer a lista toda das espécies de água doce seleccionas na parte superior onde diz “Sorted by” a opção “Phylogenetic” assim agrupa-te logo todos os Cyprinodontiformes (tanto os membros da familia Poecilidae como os da Nothobranchidae) e assim tens o acervo de todas as espécies de killis do Congo, sendo depois uma questão de averiguares quais as que coincidem com os locais onde se encontram os Nannochromis. Outra opção dentro do fishbase, já que esses ciclideos também habitam o rio Congo (ou pelo menos uma parte da sua bacia hidrográfica) é ires à secção “Information by Ecosystem”, escolhes a opção Congo (River) e depois é fazeres o mesmo de agrupar por “Phylogenetic”, assim tens uma maior precisão nas espécies que podem coabitar com os Nannochromis.
    Se alguém souber como obter uma listagem do lago Mai-Ndombe (ou Leopoldo II), isso seria o ideal mas à falta de melhor… temos sempre o nosso amigo fishbase 🙂
    Espero ter-te ajudado.

    Nuno

    #237437
    Tiago Miguel Paulino Rocha
    Tiago Rocha
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    ajudas-te muito amigo
    vou-me debruçar sobre o assunto =)

    #237438
    Aníbal Cardoso Gomes Coelho
    Anibal Coelho
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    • ★★

    Boas!

    O Nuno disse: “ os australe “Gold” ocorrem também na natureza (recebi uma vez ovos de pais A. australe BSWG 97/24 Cap Estérias e apareceram 3 crias ditas “Gold” no meio de 75 ovos, e os pais eram não-“Gold” por isso há que ter essa situação em conta)”

    Eu sei que também ocorrem mutações como os “Gold” na natureza. 😉 Eu próprio tenho sempre, todos as anos, alguns nascimentos de exemplares albinos entre as crias  de Nematolebias papilliferus “Inoã. No entanto, essas mutações raramente vingam ou proliferam. A avaliar pela minha experiência com as Inoã, esses espécimes normalmente são  ignorados ou até ostracizados pelos seus semelhantes.  Além disso, na natureza, dada sua tonalidade não estar tão bem adaptada ao seu ecossistema, acabam por ser mais facilmente predados.

    Cump.
    Aníbal Coelho

    #237439

    Nuno Janardo
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    Boas!

    O Nuno disse: “ os australe “Gold” ocorrem também na natureza (recebi uma vez ovos de pais A. australe BSWG 97/24 Cap Estérias e apareceram 3 crias ditas “Gold” no meio de 75 ovos, e os pais eram não-“Gold” por isso há que ter essa situação em conta)”

    Eu sei que também ocorrem mutações como os “Gold” na natureza. 😉 Eu próprio tenho sempre, todos as anos, alguns nascimentos de exemplares albinos entre as crias  de Nematolebias papilliferus “Inoã. No entanto, essas mutações raramente vingam ou proliferam. A avaliar pela minha experiência com as Inoã, esses espécimes normalmente são  ignorados ou até ostracizados pelos seus semelhantes.  Além disso, na natureza, dada sua tonalidade não estar tão bem adaptada ao seu ecossistema, acabam por ser mais facilmente predados.

    Cump.
    Aníbal Coelho

    Exato Aníbal, o mesmo se passa com os australe “Gold” que tenho, estes ou são ignorados ou são atacados pelos irmãos “normais”. Acho até interessante o facto de quando os machos “Gold” se exibem para uma fêmea ser por norma à única fêmea “Gold” e das poucas vezes que se exibem para as fêmeas “normais” estas ignoram-nos ou até os afugentam. Outra característica que posso constatar é a diferença de tamanhos: os “normais” agora com pouco mais de um ano oscilam entre os 4-5,5cm e os “Gold” nao passam dos 3cm, sendo notóriamente mais pequenos e infezados que os outros mais corpulentos.

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