- This topic has 16 respostas, 4 utilizadores, and was last updated Há 12 years, 5 months by
Tiago Rocha.
Home › Forum APK › Killifilia › Manutenção › Epiplatys dageti monroviae
-
AutorArtigos
-
25/11/2013 às 20:32 #218128
Ola pessoal
alguem ja manteve esta espécie?
Despertou-me a curiosidade pelo seguinteando a planear montar um aquario biotopo Rios Africanos. Como tal a ideia passa por um casal de ciclideos rios africanos, e como companhia uns quantos killis da mesma especie
No entanto tenho visto muito, estes Epiplatys dageti monroviae a acompanhar os ciclideos nestes aquarios:
http://www.youtube.com/watch?v=HPef9iAknMgalguem me sabe explicar o porque do acompanhamento nesta espécie?
tenho pensado em quando reproduzir os Australe Gold, mete-los lá.
Os requesitos são:
– Andarem mais la na parte de cima
– Serem africanos claro
-E gostarem de companhia da mesma especie, ou seja gostem de colóniasAlguem me pode ajudar? Obrigado =)
25/11/2013 às 20:50 #237426será pelo tamanho? é que nao vejo usarem outras especies, que ate costumam ser mais coloridas
27/11/2013 às 02:25 #237427Dependendo da espécie de ciclideo africano assim dependerá grandemente as espécies que poderás ai manter. Podes ir desde os Epiplatys até aos Pachypanchax, passando pelos Poropanchax e Aplocheilichthys e inclusivé alguns Aphyosemion e Fundulopanchax. Por isso convém mencionares as espécies que tencionas manter pois há uma grande variedade de espécies que ai podes manter 🙂
27/11/2013 às 09:10 #237428Bom dia, Tiago!
Antes de mais, deixa-me dar-te os parabéns por esse teu projeto “Rios Africanos”, que parece muito interessante. É uma forma diferente, mas não menos interessante, de encarar a manutenção de Killies.
Quanto às tuas questões:
– em relação ao modo de reprodução das três espécies que mantens, eu diria que será semelhante, apenas com a diferença em relação aos A. mento que por estarem em água não aquecida, provavelmente só depositarão ovos na próxima primavera.
– relativamente ao uso no teu projeto dos Epiplatys dageti monroviae, em relação aos Australe Gold, eu diria que, sem dúvida, seriam mais apropriados, não só porque os Epiplatys se mantêm, efetivamente, mais á superfície do aquário, mas também porque, se a intenção é recriar um “aquário biótopo Rios Africanos”, “natural”, penso que deves utilizar espécies que se encontrem vulgarmente na natureza, o que não é o caso dos Australe Gold.
Abraço
Aníbal Coelho27/11/2013 às 10:25 #237429Ola pessoal
Ja agora, ja submeti a minha inscriço para socio da APK, estou a espera dos dados para o pagamento =)
Dependendo da espécie de ciclideo africano assim dependerá grandemente as espécies que poderás ai manter. Podes ir desde os Epiplatys até aos Pachypanchax, passando pelos Poropanchax e Aplocheilichthys e inclusivé alguns Aphyosemion e Fundulopanchax. Por isso convém mencionares as espécies que tencionas manter pois há uma grande variedade de espécies que ai podes manter 🙂
A especie de ciclideos será nannochromis tranvestitus
A ideia e uma espécie robusta, que ande mais cá em cimaBom dia, Tiago!
Antes de mais, deixa-me dar-te os parabéns por esse teu projeto “Rios Africanos”, que parece muito interessante. É uma forma diferente, mas não menos interessante, de encarar a manutenção de Killies.
Quanto às tuas questões:
– em relação ao modo de reprodução das três espécies que mantens, eu diria que será semelhante, apenas com a diferença em relação aos A. mento que por estarem em água não aquecida, provavelmente só depositarão ovos na próxima primavera.
– relativamente ao uso no teu projeto dos Epiplatys dageti monroviae, em relação aos Australe Gold, eu diria que, sem dúvida, seriam mais apropriados, não só porque os Epiplatys se mantêm, efetivamente, mais á superfície do aquário, mas também porque, se a intenção é recriar um “aquário biótopo Rios Africanos”, “natural”, penso que deves utilizar espécies que se encontrem vulgarmente na natureza, o que não é o caso dos Australe Gold.
Abraço
Aníbal Coelhosim. Mas nao iria por os australe gold, visto que sao muito pequenos.
Tem de ser killis robustos27/11/2013 às 10:49 #237430“ já submeti a minha inscrição para sócio da APK”
Fico muito contente, 😀 sejas muito bem vindo à APK.
Deixa-me dizer-te, que se te dedicares aos Killies, como no passado, te dedicaste aos Ciclídeos, serás uma grande mais valia para a APK. 😉
Abraço
Aníbal Coelho
27/11/2013 às 11:11 #237431“ já submeti a minha inscrição para sócio da APK”
Fico muito contente, 😀 sejas muito bem vindo à APK.
Deixa-me dizer-te, que se te dedicares aos Killies, como no passado, te dedicaste aos Ciclídeos, serás uma grande mais valia para a APK. 😉
Abraço
Aníbal Coelho
ola amigo
vou fazer o meu melhor para puder ajudar ao maximoOs campomaanese nao se adaptam de jeito nenhum. Acho que nem estao a comer, de tao timidos que sao 🙁
27/11/2013 às 14:14 #237432Já sou socio =)
27/11/2013 às 14:28 #237433Olá Tiago, bem-vindo!
Experimenta dissolver alguns taninos na água do aquário onde estão os A. campomaanense , a água fica um pouco escura e os peixes costumam gostar. Podes usar água de turfa ou algum produto comercial para fazer águas negras.
Cumprimentos!
Filipe Torre29/11/2013 às 03:07 #237434Dependendo da espécie de ciclideo africano assim dependerá grandemente as espécies que poderás ai manter. Podes ir desde os Epiplatys até aos Pachypanchax, passando pelos Poropanchax e Aplocheilichthys e inclusivé alguns Aphyosemion e Fundulopanchax. Por isso convém mencionares as espécies que tencionas manter pois há uma grande variedade de espécies que ai podes manter 🙂
A especie de ciclideos será nannochromis tranvestitus
A ideia e uma espécie robusta, que ande mais cá em cimaAtendendo à espécie de ciclideo, os Aphyosemion que possuis parecem ser boas propostas. Há que lembrar que os australe “Gold” ocorrem também na natureza (recebi uma vez ovos de pais A. australe BSWG 97/24 Cap Estérias e apareceram 3 crias ditas “Gold” no meio de 75 ovos, e os pais eram não-“Gold” por isso há que ter essa situação em conta). Por outro lado, como se trata duma espécie de ciclideo de lago (Lago Mai-Ndombe) e que se estende a uma parte do Rio Congo, se quisermos ser preciosistas podemos dar uma olhadela no fishbase.org e ver quais as espécies de Aphyosemion e Epiplatys que nele habitam (por sinal são bastantes mas infelizmente os australe e os campomaanense não figuram na lista, por outro lado tens muitas espécies de Epiplatys por onde pegar 🙂 )
29/11/2013 às 14:17 #237435Dependendo da espécie de ciclideo africano assim dependerá grandemente as espécies que poderás ai manter. Podes ir desde os Epiplatys até aos Pachypanchax, passando pelos Poropanchax e Aplocheilichthys e inclusivé alguns Aphyosemion e Fundulopanchax. Por isso convém mencionares as espécies que tencionas manter pois há uma grande variedade de espécies que ai podes manter 🙂
A especie de ciclideos será nannochromis tranvestitus
A ideia e uma espécie robusta, que ande mais cá em cimaAtendendo à espécie de ciclideo, os Aphyosemion que possuis parecem ser boas propostas. Há que lembrar que os australe “Gold” ocorrem também na natureza (recebi uma vez ovos de pais A. australe BSWG 97/24 Cap Estérias e apareceram 3 crias ditas “Gold” no meio de 75 ovos, e os pais eram não-“Gold” por isso há que ter essa situação em conta). Por outro lado, como se trata duma espécie de ciclideo de lago (Lago Mai-Ndombe) e que se estende a uma parte do Rio Congo, se quisermos ser preciosistas podemos dar uma olhadela no fishbase.org e ver quais as espécies de Aphyosemion e Epiplatys que nele habitam (por sinal são bastantes mas infelizmente os australe e os campomaanense não figuram na lista, por outro lado tens muitas espécies de Epiplatys por onde pegar 🙂 )
Ola amigo
exelente ideia.
Fui ao fishbase e aquilo parece um pouco confuso e acabei por nao conseguir fazer a pesquisa que pretendia29/11/2013 às 16:29 #237436Ola amigo
exelente ideia.
Fui ao fishbase e aquilo parece um pouco confuso e acabei por nao conseguir fazer a pesquisa que pretendiaFaz o seguinte, no site do fishbase.org pesquisa na opção “Information by Country/Island” escolhes as espécies de água doce do Congo (está lá como “Congo, Dem. Rep. of the” o outro Congo que não interessa para o caso está como “Congo, Rep. of”), depois de te aparecer a lista toda das espécies de água doce seleccionas na parte superior onde diz “Sorted by” a opção “Phylogenetic” assim agrupa-te logo todos os Cyprinodontiformes (tanto os membros da familia Poecilidae como os da Nothobranchidae) e assim tens o acervo de todas as espécies de killis do Congo, sendo depois uma questão de averiguares quais as que coincidem com os locais onde se encontram os Nannochromis. Outra opção dentro do fishbase, já que esses ciclideos também habitam o rio Congo (ou pelo menos uma parte da sua bacia hidrográfica) é ires à secção “Information by Ecosystem”, escolhes a opção Congo (River) e depois é fazeres o mesmo de agrupar por “Phylogenetic”, assim tens uma maior precisão nas espécies que podem coabitar com os Nannochromis.
Se alguém souber como obter uma listagem do lago Mai-Ndombe (ou Leopoldo II), isso seria o ideal mas à falta de melhor… temos sempre o nosso amigo fishbase 🙂
Espero ter-te ajudado.Nuno
29/11/2013 às 19:11 #237437ajudas-te muito amigo
vou-me debruçar sobre o assunto =)29/11/2013 às 19:50 #237438Boas!
O Nuno disse: “ os australe “Gold” ocorrem também na natureza (recebi uma vez ovos de pais A. australe BSWG 97/24 Cap Estérias e apareceram 3 crias ditas “Gold” no meio de 75 ovos, e os pais eram não-“Gold” por isso há que ter essa situação em conta)”
Eu sei que também ocorrem mutações como os “Gold” na natureza. 😉 Eu próprio tenho sempre, todos as anos, alguns nascimentos de exemplares albinos entre as crias de Nematolebias papilliferus “Inoã. No entanto, essas mutações raramente vingam ou proliferam. A avaliar pela minha experiência com as Inoã, esses espécimes normalmente são ignorados ou até ostracizados pelos seus semelhantes. Além disso, na natureza, dada sua tonalidade não estar tão bem adaptada ao seu ecossistema, acabam por ser mais facilmente predados.
Cump.
Aníbal Coelho29/11/2013 às 21:15 #237439Boas!
O Nuno disse: “ os australe “Gold” ocorrem também na natureza (recebi uma vez ovos de pais A. australe BSWG 97/24 Cap Estérias e apareceram 3 crias ditas “Gold” no meio de 75 ovos, e os pais eram não-“Gold” por isso há que ter essa situação em conta)”
Eu sei que também ocorrem mutações como os “Gold” na natureza. 😉 Eu próprio tenho sempre, todos as anos, alguns nascimentos de exemplares albinos entre as crias de Nematolebias papilliferus “Inoã. No entanto, essas mutações raramente vingam ou proliferam. A avaliar pela minha experiência com as Inoã, esses espécimes normalmente são ignorados ou até ostracizados pelos seus semelhantes. Além disso, na natureza, dada sua tonalidade não estar tão bem adaptada ao seu ecossistema, acabam por ser mais facilmente predados.
Cump.
Aníbal CoelhoExato Aníbal, o mesmo se passa com os australe “Gold” que tenho, estes ou são ignorados ou são atacados pelos irmãos “normais”. Acho até interessante o facto de quando os machos “Gold” se exibem para uma fêmea ser por norma à única fêmea “Gold” e das poucas vezes que se exibem para as fêmeas “normais” estas ignoram-nos ou até os afugentam. Outra característica que posso constatar é a diferença de tamanhos: os “normais” agora com pouco mais de um ano oscilam entre os 4-5,5cm e os “Gold” nao passam dos 3cm, sendo notóriamente mais pequenos e infezados que os outros mais corpulentos.
-
AutorArtigos
Tem de iniciar sessão para responder a este tópico.


