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  Aphyosemion bitaeniatum (Ahl 1924)
Primeira descrição Ahl, E. 1924. Neue afrikanische Zahnkarpfen aus dem Zoologischen Museum Berlin. Zoologischer Anzeiger 61 (3-4): 141
Etimologia bitaeniatum = com duas listas horizontais
Localidade tipo "Niger" (Rio Niger, Sul da Nigéria)
Subgénero Chromaphyosemion Radda 1971
Grupo
Dados merísticos D 9-10, A 12, Sc 27-28 (Ahl, 1924)

(D 9-14, A 11-15, Sc 24-28, D/A = 1/2 segundo Scheel, 1968)

Cromosomas n = 18-20, A = 31 (Scheel, 1968, 1974), variavel ao nível de população
Escamas frontais Tipo G
Comprimento M 40 mm, F 35 mm comprimento total segundo Radda e Purzl, 1987
Habitat e distribuição Pequenos riachos e ribeiros, pântanos e lagoas ligeiramente salobras na floresta húmida costeira. Restringida a áreas cobertas por solos derivados de depósitos sedimentares Quaternários. A distribuição estende-se desde o Sul do Togo ao Sul do Benin através do Sul da Nigéria, até ao Rio Cross no Sudeste da Nigéria.
Descrição Um Aphyosemion "elegante" em que o macho apresenta grandes barbatanas ímpares com longos filamentos
Manutenção e reprodução Uma espécie de Aphyosemion adequada a aquários comunitários se mantida com outras espécies pacíficas. Os machos exibirão as suas melhores cores se mantidos juntamente com outros da mesma espécie. Isto pode, no entanto, resultar em lutas entre os machos que terão como resultado algumas barbatanas danificadas. Estes ferimentos geralmente saram rápidamente sem deixar sequelas, mas os filamentos poderão nunca mais crescer até ao tamanho original. A reprodução resulta melhor se for mantido um macho com diversas fêmeas num aquário pequeno, de modo a atenuar a agressividade do macho. Todas as populações de A. bitaeniatum são desovadores em plantas e depositam os seus ovos em turfa fibrosa, musgo de Java ou mops. É melhor fazer-se a recolha regular dos ovos pois os pais devoram a sua própria descendência. Os ovos podem ser transferidos para recipientes próprios. A adição de uma pequena quantidade de anti-fungus à água de incubação pode prevenir os ataques de fungus e consequente perda dos ovos. Os alevins podem alimentar-se de artemia recém nascida logo após o nascimento e deverão ser efectuadas frequentes mudanças parciais de água. Atingem a maturidade sexual com cerca de 6-7 meses.
Temperatura (ºC) 10.11.12.13.14.15.16.17.18.19.20.21.22.23.24.25.26.27.28.29.30.31.32.33.34.35
pH    5.4 - 5.6 - 5.8 - 6.0 - 6.2 - 6.4 - 6.6 - 6.8 - 7.0 - 7.2 - 7.4 - 7.6 - 7.8 - 8.0 -8.2 - 8.4
Observações

Algumas populações de A. bitaeniatum poderão vir a ser consideradas espécies distintas num futuro mais ou menos próximo. É por isso imprescindível evitar o cruzamento de populações distintas.

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