Aphyosemion calliurum

| Descrição original | Boulenger, G.A. 1911: Descriptions of new African Cyprinodont fishes. Annal and Magazine of Natural History (8) 8 (44): 265 |
|---|---|
| Subgénero | Scheelsemion Huber, 2013 |
| Etimologia | calliurum= devido à beleza da barbatana caudal |
| Localidade tipo | Ekona, Funge, Ijebu-Ode, Kumba, Lagos, Monea |
| Populações e códigos | Batibo “ADL 13-22”, Diang, Ibaikak, Makenene “CLL03-12”, Mali Mombal, Ndop, Ndouzem, Nganga-Eboko, Ngong, Ntui |
| Comprimento do macho | 4,5 cm |
| Comprimento da fêmea | 4 cm |
| Habitat e distribuição |
Pântanos, pequenos riachos, charcas e partes calmas e pantanosas de ribeiros na floresta húmida e floresta secundária da área costeira no Sul do Benin, através do Sul da Nigéria até ao Sudeste dos Camarões. |
| Manutenção | O Aphyosemion calliurum é um dos desovadores em plantas mais fácil do género e pode ser recomendado a killiófilos iniciados. Pode ser mantido em casais ou trios tendo sempre em atenção que os machos são agressivos. |
| Reprodução | A reprodução pode ser levada a cabo num pequeno aquário com um mop de lã acrílica. É preferível recolher os ovos e colocá-los num recipiente à parte onde se desenvolvem em cerca de 10-20 dias. Com tratamento e alimentação adequados os alevins crescem com rapidez atingindo a maturidade sexual com cerca de 4 meses. |
| Temperatura (ºC) | 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. 35 |
| pH | 5.4 – 5.6 – 5.8 – 6.0 – 6.2 – 6.4 – 6.6 – 6.8 – 7.0 – 7.2 – 7.4 – 7.6 – 7.8 – 8.0 – 8.2 – 8.4 |
| Iluminação | muita intensidade – média intensidade – pouca intensidade – luz difusa |
| Aquário (capacidade mínima) | 10L; 20L; 30L; 50L; 100L |
| Observações | Devido às diferenças do cariótipo entre populações, a hibridação interpopulacional pode ocasionar descendência infértil. Em consequência, deverá existir um cuidado especial para evitar o cruzamento de populações |



